Tanta coisa para ler, tão pouco tempo livre. Mesmo com livros que eu tenho vontade de pegar e não largar até devorá-los, eu não consigo fazer isso, porque o tempo de leitura é curto. Um eu leio no ônibus, na ida e na volta do escritório. Outro antes de dormir. Outro às vezes no intervalo do trabalho nos meus frilas em casa. Outro quando eu não estou a fim de ler nenhum dos outros livros. E há ainda as revistas, algumas que eu compro regularmente, outras que eu compro sem uma freqüência fixa. Neste exato instante, estou lendo quatro livros.
"Front Page Pittsburgh" a história do jornal
Pittsburgh Post-Gazette. Eu até tenho uma outra "biografia" do jornal, publicada em 1936, raridade que comprei por uma pechincha no eBay, mas este cobre até o passado bastante recente, em que o jornal se consolidou como o maior de sua cidade. Isso não significa que eu não vá ler o livro mais antigo, claro. Só não vai ser agora.
"Thinking With Type" um livro sobre tipografia. Eu já o tinha na minha wishlist da Amazon há algum tempo, mas na semana passada, fuçando na Fnac (sempre que eu entro lá, é prejuízo na certa), achei-o e resolvi folheá-lo. Como o preço estava apenas ligeiramente mais alto que o da Amazon (com frete) e agradou-me muito o que vi na folheada, resolvi comprá-lo. E comecei a lê-lo.
"Brasil Em Sobressalto" uma história recente do Brasil, vista sob a ótica do jornal
Folha de S. Paulo. A trajetória do jornal também é abordada, e isso é algo que torna o livro ainda mais interessante para mim. É melhor do que eu esperava. Só que também é maior.
"Sports Illustrated 50, The Anniversary Book" um livro para se ler aos poucos, pois é dividido em seções. Eu estava lendo um artigo comprido em uma edição da revista de 2003, que falava do ano de 1954 (quando a revista foi lançada) nos esportes. Imaginei que o artigo fosse constar do livro. Realmente constava. E, como a revista não está no melhor dos estados, passei a lê-lo no livro. E depois ainda há trechos de grandes reportagens. Isso sem falar nas capas de todas as edições.
Por falar em capas de todas as edições, a
Veja lançou nesta semana sua 2.000.ª edição. Pode-se gostar ou não da revista, mas esse tipo de documento me interessa bastante. Eu tenho até hoje um especial publicado em 1988, quando do 20.º aniversário dela, que tinha todas as capas até aquele ano. Por sinal, as capas daquele especial não só apareciam maiores, como também com as respectivas datas logo em baixo, assim como uma brevíssima descrição do assunto. No especial atual, muitas vezes é difícil saber do que algumas capas tratavam, de tão pequenas que ficaram as fontes de vários subtítulos. Fiquei decepcionado nesse quesito, mas pretendo guardar a nova revista mesmo assim.
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